Circuito SESC de Artes inicia viagem por 121 cidades paulistas

25.03.2019
Circuito SESC de Artes inicia viagem por 121 cidades paulistas

Realizado pelo Sesc São Paulo, evento acontece de 29 de março a 14 de abril em cidades do interior, litoral e grande São Paulo, além de seis bairros da Zona Leste da capital paulista. Serão mais de mil apresentações culturais divididas em 100 atividades artísticas.

 

Uma caravana com 490 artistas de diversos lugares do Brasil e do mundo, divididos em 14 roteiros, se prepara para viajar pelo estado de São Paulo na 11ª edição do CIRCUITO SESC DE ARTES. Com atividades de artes visuais, circo, cinema, dança, música, teatro, literatura e tecnologia e artes, o circuito acontece de 29 de março a 14 de abril, de sexa-feira a domingo, das 16h às 21h30 em 121 cidades.

De atmosferas poéticas a explosões de cenas, de performances solo a grandes grupos, de trabalhos manuais a realidade virtual, o CIRCUITO SESC DE ARTES envolve 100 programações culturais em mais de mil apresentações artísticas em espaços públicos, sempre com atrações gratuitas para todas as pessoas. Realizado desde 2008, o circuito tem como objetivo estimular a circulação e a difusão de trabalhos artísticos, inspirar diversos usos para os espaços públicos e ampliar as possibilidades de convivência. 

“A importância do projeto está, sobretudo, ligada ao caráter democrático das ações, pensadas para aproximar o público das mais diversas formas de expressão da arte e de seus conteúdos. Ao levar as atividades para as praças, o CIRCUITO SESC DE ARTES cria pontes significativas entre as pessoas, os artistas e o próprio espaço”, explica Danilo Santos de Miranda, diretor do Sesc São Paulo.  

 

121 cidades em três semanas

O Circuito é dividido em 14 roteiros que, em três semanas, percorrerão 121 cidades do interior, litoral, grande São Paulo e capital paulista que receberá atividades em 6 bairros da Zona Leste. 

Ao longo do dia, cada cidade receberá uma programação composta de espetáculos, intervenções, vivências e oficinas. Em todas essas ações, haverá a mediação de artistas e educadores.

Para a realização do CIRCUITO SESC DE ARTES o Sesc São Paulo conta com a parceria  das prefeituras municipais e sindicatos do comércio locais. A coordenação dos trabalhos envolve equipes de diversas unidades do Sesc em todo o estado.

O site do CIRCUITO SESC DE ARTES será diariamente atualizado com produções exclusivas, registrando histórias curiosas, destaques da programação e personalidades de cada cidade que recebe a caravana. Basta acessar sescsp.org.br/circuitosescdeartes e conferir estes conteúdos.

 

Programação

Com uma programação que aborda várias linguagens artísticas, o CIRCUITO SESC DE ARTES traz para as cidades artistas, grupos, coletivos e companhias de longas trajetórias. 

 

Teatro

Em Mar de Fitas, Nau de Ilusão, do Grupo Imbuaça, de Sergipe, nove atores interpretam 22 canções que fizeram parte da dramaturgia do grupo nos 40 anos de palco do coletivo, em uma celebração sobre ser artista popular e mostrar sua arte em praça pública. O espetáculo Sanfona Velha do Fole Furado, dos atores Cris Miguel e Danilo Tomic, também aborda a cultura popular da região nordeste do Brasil. Os artistas utilizam teatro de bonecos e música ao vivo para contar a história de Severino do Xaxado, neto de cangaceiros, medroso e encantado pela sanfona que vai ao Rio de Janeiro com o sonho de ser um músico de sucesso. 

De Sergipe também vem a montagem Os Cavaleiros da Triste Figura, do Grupo Boca de Cena. Livremente inspirado na obra Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes, o espetáculo acompanha um grupo de artistas que insiste em instaurar suas histórias em praça pública. Terra Abaixo, Rio Acima, da Cia. Cênica narra o progresso de uma hidrelétrica, que chega a uma pequena comunidade. Enquanto casas, terras, pessoas e memórias são represadas e submersas, os moradores buscam emergir de algo que se perdeu. O espetáculo se inspira em histórias do noroeste paulista, em especial, a construção da usina de Ilha Solteira e a submersão da cidade de Rubinéia. 

Já o grupo Teatro de Gravata apresenta As Artes Malasartes: A Viagem de Pedro Malasartes, teatro de rua inspirado na cultura popular do Vale do Paraíba (SP). Na peça, o caipira malandro Pedro Malasartes resolve conhecer o outro lado da vida. Diretamente de Bilbao, na Espanha, a Markeliñe Compañia Teatro traz para o Circuito o espetáculo Andante, montagem de rua que mescla humor e drama.

Os espetáculos Água Doce, da Cia da Tribo, com teatro de bonecos; Henriques, da Cia Vagalaum Tum Tum, que pesquisa técnicas de teatro e palhaço para contar, principalmente, histórias de William Shakespeare para crianças e jovens e Quem Vem de Longe, do grupo As Graças, também integram a programação.

 

Dança

A dança estará presente nas atividades do festival com oficinas e espetáculos. O premiado Ballet Stagium homenageia Luiz Gonzaga na montagem Mané Gostoso, com coreografias inspiradas no boneco Mané Gostoso, que tem pernas e braços movimentados por cordões. Com o espetáculo Tecituras, a Quik Cia. de Dança, de Minas Gerais, reinventa as coreografias a cada apresentação, conforme os bailarinos aproveitam as estruturas de cada praça ou palco aberto para convidar o público a perceber, compreender e também criar sentidos para os movimentos.

Já Balangandança Cia, com mais de 20 anos de estrada, mostra ao público o espetáculo Ninhos, onde as coreografias lembram brincadeiras infantis e movimentos de animais. As danças de matrizes africanas marcam presença com DidêManda, da Cia. de Dança AfroOyá, coreografia performática dançante e percussiva, que comunga cultura, tradição, ritmo e alegria. 

 

Música

A cantora e compositora baiana Luedji Luna, uma dos expoentes da MPB, traz ao Circuito Sesc de Artes 2019 o show Mundo, no qual apresenta uma outra face de seu trabalho, mais voltada à música eletrônica e ao rap. Outra cantora e compositora marcando presença no festival é Mahmundi, que vem construindo uma sonoridade própria com elementos de eletrônica, indie pop e MPB. O seu novo disco Para Dias Ruins, vai do charme carioca à bossa nova. Os músicos Paulo Freire, Mauricio Pereira e Wandi Doratiotto, se encontram no show Três Amigos, para relembrar canções e contar histórias sobre suas trajetórias e sua maneira de olhar o mundo com bom humor.

Único bloco de cumbia de São Paulo e uma das poucas fanfarras a incentivar os músicos a improvisar durante as apresentações, o Cumbia Calavera apresenta ritmos da cumbia chicha peruana, da música colombiana e dos sons folclóricos andinos (Bolívia, Chile e Peru). Já Os Rauzitos resgatam as canções mais criativas, fantásticas e lúdicas de Raul Seixas na apresentação A Lenda do Maluco Beleza, um show de rock para crianças que não vai deixar adulto nenhum parado. 

As conexões musicais entre o Brasil e outros países também marcam presença na programação. Encontro entre canções francesas, polifonias leste-europeias e ritmos brasileiros, o grupo franco-brasileiro Cao Laru, que lançou recentemente o disco Fronteiras, utiliza instrumentos acústicos e elétricos. O caldeirão sonoro de Brasil, Argentina e México é a marca da Mango Mambo, banda de música latina criada em 2015 pelo multi-instrumentista argentino Maximiliano Martínez, cujo som é baseado em metais, cordas e percussão, como as tradicionais orquestras caribenhas.

 

Circo

A arte circense tão marcante nas ruas e praças das cidades não poderia ficar de fora do festival. A tradicional Família Burg apresenta Mistérius, com os palhaços Gonçalvez e Sobolha, que querem ser levados a sério por seu talento para mágica e hipnose, mas acabam oferecendo ao público momentos de muito humor. Outro grupo tradicional do circo paulista, o Circo Amarillo, apresenta Experimento Circo, onde dois personagens excêntricos, que se dizem "primitivos do futuro", constroem um jogo frenético, alternando números circenses tradicionais e contemporâneos, humor, música ao vivo e interação com o público. 

Entre as atrações internacionais, os argentinos da Companhia Trotamundos trazem para o Brasil o espetáculo Histórias de um Baú, em uma mescla de teatro e circo, com uso de técnicas de bolas de malabarismo, aros de bambolês e acrobacias. Também da Argentina, o espetáculo 100% Loucos, da Mano a Mano Circus, reúne técnicas tradicionais do circo, como acrobacias aéreas, pólo chinês, malabarismo e acrobacias de piso, além do humor e da música ao vivo.

Da Bélgica, a Companhia Pol & Freddy apresenta o Circo Democrático da Bélgica, um cabaré onde, aparentemente, tudo pode acontecer: malabarismo com pratos, sapateado com botas de esqui ou um salto de quatro metros de altura em uma piscina de 30 centímetros. Em Menu Del Giorno (Menu do Dia), da italiana Companhia Bella Vita, dois palhaços malabaristas apresentam números de habilidades e esquetes, que são servidas ao público no ritmo de uma boa refeição com manipulação de cordas, garrafas, pratos e outros utensílios de mesa e cozinha, além de bolas de futebol.

O Centro Teatral e Etc. e Tal apresenta em Onipotência do Sonho intervenções cênicas inspiradas no surrealismo. Figuras sem rosto, com figurinos que remetem à década de 1920, são baseadas nos personagens sem face de Magritte e carregam seres surreais e gigantes, como as formigas coloridas que parecem ter saltado das telas de Salvador Dali. Os artistas utilizam uma movimentação corporal meticulosa que causa estranhamento e fascínio no público. 

 

Cinema

O público vai ver como funcionam os bastidores de uma filmagem e experimentar algumas funções na produção de uma cena na atividade Set na Praça, do Instituto Querô, que conta com cadeira de diretor, iluminação, câmera, monitor, travelling (câmera em deslocamento), microfone, camarim e objetos de arte. Além de estimular os participantes a conhecer mais do universo da TV e do cinema, que tanto encantamento provoca, a proposta é valorizar atitudes de trabalho coletivo. 

Já a parceria com Mostra Internacional de Cinema de São Paulo possibilitou o Cinema em Realidade Virtual, onde público é convidado a experimentar a tecnologia imersiva que vem abrindo possibilidades de linguagens de cinema e novas formas de contar histórias. Será apresentado um panorama da produção recente com filmes curtos que exploram novos caminhos para a experiência em VR (virtual reality).

 

Literatura

Uma bicicleta decorada e lúdica com dois artistas circulará pelas praças. A cada parada da Bicicleta Literária, da Cia. O Curioso, o público encontra um novo universo de histórias, por meio de livros, ilustrações, bonecos, objetos, música – e até da própria bicicleta, que se transforma em palco. A literatura também estará sobre rodas no Universo HQ, atividade montada a partir de um carrinho de carga, do qual saem livros, bancos, espreguiçadeiras, tapetes e a sinalização do espaço. O local, que ganha um ambiente confortável e todo destinado às histórias em quadrinhos, tem mediação de leitura do grupo A Cor – Ação Cultural.

Você já viu um tamanco manco? Ou uma lata de cabeça pra baixo que vira um vira-lata? Aos participantes da atividade Intervenção Objetos Poéticos, a artista e escritora Selma Maria Kuasne propõe um olhar poético e lúdico sobre o entorno e o cotidiano para reinventar nomes dos objetos e palavras da língua portuguesa em trocadilhos visuais e tridimensionais. 

 

Artes Visuais

A partir de jogos de palavras e brincadeiras poéticas, os participantes da Oficina de Fanzines e Lambe-Lambes vão produzir seus próprios fanzines e lambe-lambes com poemas e ilustrações criados por eles mesmos. A proposta do coletivo de artistas Fala Cidade! é reunir técnicas de artes plásticas e poesia em uma espécie de sarau criativo e colaborativo, para que cada grupo de participantes explore as potencialidades dessas mídias populares e alternativas. 

O público que passar pela oficina Desenhaço – Desenhar é para todos, vai ter contato com diferentes atividades de desenho e receber orientação para praticar. Com os artistas Bebel Abreu e Ale Kalko, a atividade contemplará observação tradicional para produção de retrato; desenho de acidente (construção de figuras a partir de manchas aleatórias no papel); sintetizar elementos do dia a dia para criar ícones; e desenhar bichos a partir de um círculo, um triângulo, um quadrado e uma massaroca. 

No ateliê de Bordado Livre uma bicicleta decorada e uma manta de crochê armazenam os materiais e ferramentas que o público vai precisar para seu primeiro contato com o bordado e suas técnicas básicas. A proposta do Atelier Móvel da Primavera de 83 é ensinar pontos básicos do bordado livre, para produzir uma peça na praça, mas também que os interessados possam continuar a fazer em casa e se aperfeiçoar. A partir de uma conversa sobre brincadeiras infantis, gravuras e um pouco de história da arte, a oficina Pipa Gravura permite que os participantes criem uma pipa personalizada. Com orientação de Silvia Ruiz, cada um vai desenvolver carimbos com seus desenhos e fazer a impressão em papéis de seda coloridos, que serão utilizados para a construção das pipas. 

 

Tecnologia e Artes

Lucas Schlosinski e Natasha Colombo Braga ministram a oficina Pilotagem de Minidrone para aprendizagem e instrução de pilotagem de microdrones. Os participantes vão conhecer os microdrones LOS (lost of sight) e aprender como operar e customizar os aparelhos, além de realizar exercícios, como lançamento, pouso no chão e na mão, vai-volta, quadrado e círculo espacial. O público também poderá construir brinquedos autômatos na Oficina de Autômatos, do Máquina Tudo Coletivo Criativo a partir de peças de madeira e materiais especiais, que são cortadas a laser e projetadas com diferentes encaixes, dentes e furações, para que os participantes vejam o funcionamento de engrenagens, pistões, manivelas e correias antes de criar o seu próprio mecanismo para brincar. 

Na oficina Câmera Fotográfica Gigante, do coletivo de fotógrafos Cidade Invertida os participantes vão entrar em uma câmera para conhecer o processo fotográfico por dentro, descondicionando o olhar no cotidiano, ao observar a formação da imagem invertida em uma câmera tradicional, e propor novas maneiras de perceber e registrar imagens estáticas e em movimento. Já na oficina DrawDio – Desenhos Sonoros, Marcelo Muniz, usa um sintetizador de sons simples ligado a um lápis ou pincel. Como resultado, a música vai desenhar nos materiais escolhidos, conforme variam as frequências sonoras. 

 

Roteiros e cidades

Os 14 roteiros que compõem a programação do CIRCUITO SESC DE ARTES são diferentes e itinerantes e irão percorrer as seguintes localidades:

 

Roteiro 1 – Passa pelas cidades de Americana, Indaiatuba e Santa Bárbara do Oeste, na região de Campinas, além de Divinolândia, Aguaí, Mococa, Adamatina, Assis e Presidente Venceslau.

 

Roteiro 2 – Contempla as cidades de Tupã, Lucélia e Osvaldo Cruz, localizadas na região noroeste do Estado de São Paulo, além de Itapira, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Leme, Brotas e Descalvado.

 

Roteiro 3 – Começa na Grande São Paulo nas cidades de Franciso Morato, Itapevi e Santana de Parnaíba, faz uma parada na região de Piracicaba com as cidades de Olímpia, Monte Alto e Ibirá e termina nos municípios de Iracemápolis, Tietê e Araras.

 

Roteiro 4 – Percorre os municípios de Franco da Rocha, Jandira e Carapicuíba, na Grande São Paulo, além de Boituva, Limeira, Rio Claro, Bebedouro, Santa Adélia e Novo Horizonte

 

Roteiro 5 – Itapecerica da Serra, São Lourenço da Serra, Embu das Artes, Barretos, Sertãozinho, Jaboticabal, Dourado, Ibitinga e Jaú são as localidades que receberão o roteiro cinco.

 

Roteiro 6 – Engloba as cidades Altinópolis, Cravinhos e Franca, da região de Ribeirão Preto, além de Motuca, Tabatinga e Matão, da região de Araraquara e Taboão da Serra, Cotia e Embu-Guaçu.

 

Roteiro 7 – Passa pela região de Bauru nos municípios de Botucatu, Ourinhos e Palmital. Mauá, Itaquaquecetuba e São Caetano, na Grande São Paulo e São Roque, Itu e Tatuí, na região de Sorocaba completam o roteiro.

 

Roteiro 8 – Abrange as cidades de Pompeia, Marília, Avaré, Itapetininga, Itapeva e Itararé, além de Diadema, Paranapiacaba e Ferraz de Vasconcelos, localizadas na Grande São Paulo.

 

Roteiro 9 – Começa na região de Rio Preto com as cidades de Jales, Fernandópolis e Tanabi, passa pela região de Jundiaí com Atibaia, Bragança Paulista e Joanópolis e termina na região de São José dos Campos com as cidades de Paraíbuna, Caraguatatuba e Ubatuba.

 

Roteiro 10 – Na região de Jundiaí com Vinhedo, Morungaba e Itatiba; na região de São José dos Campos com Monteiro Lobato, Santa Branca, Guararema e na região de São José do Rio Preto com Santa Fé do Sul, Mirassol e Votupronga.

 

Roteiro 11 – Contempla as cidades próximas de Taubaté, com Lorena, Areias e Cruzeiro, segue para os municípios próximos a Birigui, com Ilha Solteira, Pereira Barreto e Andradina e termina em Poá, Rio Grande da Serra e Suzano, cidades na região de Santo André.

 

Roteiro 12 – Percorre as cidades de Ribeirão Pires, Biritiba Mirim, Mogi das Cruzes, Pindamonhangaba, Lagoinha, Guaratinguetá, Lins, Penápolis e Araçatuba.

 

Roteiro 13 – O circuito chega a Zona Leste da capital paulista nos bairros de São Miguel, Itaim Paulista e São Mateus, além das cidades de Ilha Comprida, Iporanga e Itariri, no Vale do Ribeira e Cubatão, Bertioga e Peruíbe, na Baixada Santista.

 

Roteiro 14 – As cidades litorâneas de Mongaguá, Guarujá e São Vicente e os municípios de Barra do Turvo, Pedro de Toledo e Cajati, no Vale do Ribeira, recebem o festival, além dos bairros Cidade Tiradentes, Guaianases e Vila Curuça, localizados na Zona Leste de São Paulo.

 

Serviço:

 

CIRCUITO SESC DE ARTES 2019

De 29 de março a 14 de abril

 

Programação:

1º fim de semana: 29, 30 e 31 de março

2º fim de semana: 5, 6 e 7 de abril

3º fim de semana: 12, 13 e 14 de abril

Sextas, sábados e domingos, das 16h às 21h30.

 

Grátis. Livre.

A programação completa está na internet: sescsp.org.br/circuitosescdeartes

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