Campanha de vacinação contra sarampo vai até 31 de agosto

20.07.2020
Campanha de vacinação contra sarampo vai até 31 de agosto

Araraquara participa até 31 de agosto da Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo. As doses estão disponíveis em todos os postos de saúde e no Sesa, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.

A vacina tríplice viral, que também protege contra rubéola e caxumba, está disponível para as pessoas com idade entre 1 e 29 anos que não tomaram as duas doses previstas no calendário nacional de imunização.

Também estão sendo vacinados bebês com mais de 6 meses, fora do calendário de imunização, devido à circulação do vírus.

A vacina é recomendada ainda para pessoas entre 30 e 49 anos, independentemente de sua situação vacinal. Ou seja, mesmo quem já tomou uma dose deverá receber outra.

O calendário nacional de vacinação prevê a aplicação da primeira dose da tríplice viral aos 12 meses e a segunda aos 15 meses, para reforço.

Se a pessoa não tomou nenhuma dose, perdeu o cartão de vacinação ou não se lembra de ter sido vacinada, deve receber apenas uma dose. Em caso de dúvida, a orientação é procurar a unidade básica de saúde mais próxima. A recomendação é que todos usem máscara e respeitem a distância de segurança.

O sarampo é uma doença grave que pode deixar sequelas por toda a vida ou causar óbito. A vacina, que é extremamente segura, eficaz e está disponível durante todo o ano na rede pública de saúde, é a única maneira de evitar que isso aconteça. A transmissão do vírus ocorre de pessoa a pessoa, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar.

Um dos sintomas do sarampo é o surgimento de manchas vermelhas no rosto e pelo corpo. Diferentemente de outras doenças, como dengue e catapora, essas manchas não provocam coceiras, mas causam febre alta, coriza, tosse e conjuntivite. Como consequência, o sarampo pode provocar encefalite, inflamação dos ouvidos, pneumonia e fortes diarreias, causando desidratação.

A vacina é contraindicada para bebês com menos de 6 meses, gestantes e pessoas imunodeprimidas.

 

 

Revista Cidade

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