Após limpeza, área no Maria Luiza aparece outra vez com criadouros do mosquito da dengue

17.04.2019
Após limpeza, área no Maria Luiza aparece outra vez com criadouros do mosquito da dengue

Prefeito Edinho e equipe da Vigilância Epidemiológica estiveram no local, na continuação da Avenida Orlando Schitini, na tarde desta terça-feira (16)

Copos plásticos, vasos sanitários e outros materiais que acumulam água, além de entulhos, colchões e lixo doméstico, foram encontrados em uma área na continuação da Avenida Orlando Schitini, entre o Jardim Maria Luiza e o condomínio Dahma, na tarde desta terça-feira (16), menos de dez dias após a limpeza da área.

Novamente  foram econtrados diversos criadouros com larvas do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue.

Também presente na visita, o prefeito Edinho Silva explicou que a área se tornou novamente um depósito de lixo. "Tem desde lixo da construção civil, que nossos bolsões recebem, até lixo domiciliar. Muita gente do Maria Luiza e do Dahma está com dengue. São dezenas de criadouros com larvas do Aedes aegypti, em consequência da falta de conscientização de uma parcela da nossa população", disse o prefeito.

"Estamos pedindo para que a população não jogue lixo, não crie as condições para que o mosquito possa se proliferar. Mesmo assim, presenciamos uma cena como essa. A Prefeitura tem feito sua parte. Nós temos trabalhado muito. Os profissionais da Vigilância, da limpeza, têm trabalhado muito. Sem a conscientização da população, é impossível vencermos essa guerra", reforçou Edinho.

Segundo o último Boletim da Vigilância Epidemiológica, Araraquara tem 7.493 casos confirmados de dengue em 2019. O crescimento da semana passada para agora equivale ao número de fichas digitalizadas no mutirão que vem sendo realizado pelos agentes para agilizar as notificações.

Ainda de acordo com a Vigilância, os números contabilizados até agora podem indicar a desaceleração da transmissão da doença no município: foram contabilizados 2.774 casos em janeiro, 3.874 em fevereiro, quando houve o pico de transmissão, e 1.341 casos de março até o momento.

Revista Cidade

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